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Home Literatura - Sobrenatural J. W. Rochester - O FARAÓ MERNEPHTAH

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J. W. Rochester - O FARAÓ MERNEPHTAH

Literatura - Literatura - Sobrenatural

O Faraó Mernephtah - História, misticismo, romance e aventura


A atualidade ressalta aos nossos olhos tudo o que o passado construiu. O homem é instrumento divino de transformação, usufruindo e sofrendo os resultados de suas manobras. Cada ato, pensado ou não, é um movimentador de forças que podem abalar as estruturas de nações inteiras. Nesta obra, Rochester revela o teor oculto da carta de alforria ansiada pelos líderes do povo hebreu, em que a cláusula principal não era a liberdade com dignidade, mas a liberdade à custa de sacrifícios incalculáveis para todos, sob a sombra da vaidade e da ambição dos seus mentores. Aqui, acompanhamos o processo doloroso, não do nascimento de uma nação de eleitos, mas de um ato cirúrgico, frio e calculado, para extrair um povo do meio de outro. Através das páginas de 'O Faraó Mernephtah', é possível perceber uma nova visão de um acontecimento que foi apresentado pela educação religiosa como um fato acabado, reforçando a importância de repensar sempre e analisar mais atentamente velhos conceitos. Belíssima narrativa; enorme aprendizado.

O QUE ACHEI:

Quando li, aos dezesseis anos, julguei se tratar de uma obra de fantasia. Depois, quando li na contracapa "romance mediúnico", escrito pelo espírito do Conde Rochester (psicografado), entendi que, talvez, fosse mais do que isso... Bem, seja você, leitor, espírita ou não, o livro é uma obra e tanto. São três narrativas, todas focadas no Antigo Egito, com belas descrições da vida, dos costumes, do dia a dia daquele povo, e... de seus dramas, amores, emoções.


A primeira das histórias me marcou tanto, que até hoje a guardo no "relicário do meu coração", como diria um poeta antigo.

 


Fala sobre a vida de Moisés, o legislador bíblico dos antigos hebreus. Desde seu nascimento (que é descrito de modo ligeiramente diverso da narrativa bíblica), até sua morte. Porém, apesar de Moisés ser a personagem principal, é a sua progenitora (mãe biológica) egípcia, o grande destaque do conto. Ela é chamada no livro de Thermutis, e segundo Rochester, foi apaixonada por um belo escravo hebreu. Quando viu que estava grávida, a princesa Thermutis isolou-se para ter o filho, e quando este nasceu, ela foi obrigada a colocá-lo num cestinho e deixá-lo no rio Nilo.


Depois, na presença de escravos, "encontrou-o", e "adotou-o".


Thermutis amou profundamente seu filho, pois era fruto de um grande amor, um homem proibido para ela, mas que mesmo assim, ela jamais pode esquecer. O pai de Moiséis, o escravo, fora assassinado pelo faraó; o mesmo, porém, ela não deixou que acontecesse ao menino.


E a narrativa termina quando Rochester explica que o espírito de Thermutis nunca abandonou seu filho, em todos os momentos da vida dele. E mesmo após sua morte, porque o sentimento dela (a mãe) era o do amor eterno e imorredouro.


A segunda narrativa, igulamente bonita e marcante, fala ainda de Moisés, porém o protagonista é um jovem egípcio, Phinehas. Na verdade, é a história desse jovem que o livro conta: Um rapaz inteligente, que aprende as artes "mágicas" com o grande "mago hebreu" Moisés.


Phinehas apaixona-se por uma moça, uma nobre egípcia, Smaragda, tão linda quanto fria. Durante todo o livro, é enfatizado esse amor do jovem e o desprezo da mulher por ele; tão obsecado ele fica, que faz todo tipo de loucura para obter aquele amor. Mal sabe ele que na verdade, ela jamais ia sentir outra coisa, senão desprezo, pois fazia parte do carma de ambos (que em outra vida, foram, respectivamente, carrasco e vítima). O amor de Phinehas ultrapassa todos os limites, seu amor-próprio, seus conceitos morais, seu respeito até mesmo pela vida e pela morte. Ele chegará ao ponto de, em sua loucura e em seu amor desesperado e vingativo, tomar o corpo de Smaragda, após a morte dela, para si, e fazer dela a "sua múmia", uma boneca, maquiada e vestida por ele, e que "permanecerá par sempre ao seu lado, fiel, como jamais fora em vida".

 

With the Wind, by x horizon

Pobre e louco Phinehas, que não entende - a não ser quando ele próprio partir desse mundo - que a alma dela jamais lhe pertencerá!

Um livro incrível, com boas narrativas. E que nos faz pensar muito sobre a vida após a morte e uma possível reencarnação. Sobre nossas ações na vida, ações que podem somar pontos favoráveis ou... negativar nosso crédito em futuras vidas.

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